Como encontrar alternativas open source para programas comerciais
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Muitos motivos podem levar alguém a escolher um programa com código livre ou aberto em detrimento dos concorrentes comerciais. Talvez a principal delas seja economizar dinheiro, evitando o desembolso financeiro, muitas vezes abusivo — uma licença simples do Adobe Photoshop CS4, por exemplo, custa 700 dólares. Mas há outras questões envolvidas.
Defensores dedicados da iniciativa do software livre — dos quais Richard Stallman é um dos expoentes — pregam que os programas devem atender aos 4 tipos de liberdade, conforme definidos pela Free Software Foundation na GNU GPL (General Public License — Licença Pública Geral):
- A liberdade para executar o programa, para qualquer propósito (liberdade nº 0);
- A liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as suas necessidades (liberdade nº 1). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade;
- A liberdade de redistribuir, inclusive vender, cópias de modo que você possa ajudar ao seu próximo (liberdade nº 2);
- A liberdade de modificar o programa, e liberar estas modificações, de modo que toda a comunidade se beneficie (liberdade nº 3). Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade;
No entanto, encontrar uma alternativa open source nem sempre é tarefa das mais fáceis e, para isso existem os diretórios de software livre. Um destes é o The Linux Alternative (anteriormente conhecido por Linux Equivalente Project), mas ele oferece apenas programas para este sistema operacional, deixando o Mac OS X e o Windows de fora.
Open Source as Alternative
O Open Source as Alternative é um diretório bem mais abrangente e com um interface muito mais amigável.
Além de listar os softwares em categorias específicas, como Negócios, Áudio e Multimídia e Web Development, também apresenta alternativas para um determinado programa comercial de código-fonte fechado.
Por exemplo, ao selecionar o AutoCAD, a página descreve o programa da Autodesk (obrigado, Fabrício) e sugere as alternativas QCad Community Edition, Archimedes e BRL-CAD. Para o Photoshop, cita o Krita, Gimp, Seashore, CinePaint e Gimpshop.
De quebra, ainda indica quais sistemas operacionais são suportados por cada programa, tanto abertos quanto os comerciais fechados.
Confesso que não sou um pregador do software livre e acredito, sinceramente, na convivência pacífica entre os dois mundos. Porém, quando existem alternativas equivalentes ou, no mínimo, que atendam às minhas necessidades, opto por este tipo de solução.
Mais informações sobre a iniciativa do software livre no Brasil podem ser encontradas no Software Livre Brasil e no BR-Linux.org, um dos maiores, mais antigos e respeitados blogs nacionais.
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CSS





Bom artigo. Já estou dando uma olhada.
Pra constar, o AutoCAD não é da Adobe, mas sim, da Autodesk.
Valeu!
Fabrício,
obrigado pelo correção. Já atualizei o artigo.