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	<title>FazendoAcontecer.net &#187; Opinião</title>
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	<description>dicas &#124; downloads &#124; lifehack &#124; gtd</description>
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		<title>Este é o centésimo artigo do FazendoAcontecer.net</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 05:52:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Perrone</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Sobre]]></category>
		<category><![CDATA[fazendoacontecer.net]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje é um dia feliz. Este é o centésimo artigo publicado no FazendoAcontecer.net! Em pouco menos de 3 meses (faltam 2 dias para completar 1 trimestre), vai ao ar a publicação número 100 e a superação de muitas metas estabelecidas. Neste curto período, superei minhas expectativas em relação ao número de visitas, de leitores da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://fazendoacontecer.net/wp-content/uploads/2009/07/100.png" alt="100-centesimo" title="100-centesimo" width="300" height="98" class="alignleft size-full wp-image-2012" />Hoje é um dia feliz. Este é o centésimo artigo publicado no <strong>FazendoAcontecer.net</strong>! Em pouco menos de 3 meses (faltam 2 dias para completar 1 trimestre), vai ao ar a publicação número 100 e a superação de muitas metas estabelecidas.</p>
<p>Neste curto período, superei minhas expectativas em relação ao número de visitas, de leitores da <a href="http://feeds.fazendoacontecer.net/fazendoacontecer/">feed RSS</a> e dos <a href="http://feedburner.google.com/fb/a/mailverify?uri=fazendoacontecer&#038;loc=pt_BR">assinantes via email</a> e PageRank..</p>
<p>Alguns artigos tiveram picos de audiência bastante elevados, principalmente devido a sites que publicaram nosso conteúdo, como o <a href="http://ueba.com.br/Procurar?procure=fazendoacontecer&#038;submit=Procurar&#038;tipo=desurl&#038;onde=todos">Uêba</a> e o <a href="http://www.efetividade.net/2009/06/03/home-office-projetando-com-atencao-a-ergonomia/">Efetividade.net</a>.</p>
<p>Os 5 artigos mais lidos no blog foram (em ordem decrescente):</p>
<ol>
<li><a href="http://fazendoacontecer.net/2009/05/28/americano-cria-processador-de-8-bit-caseiro/">Americano cria processador de 8 bits caseiro</a></li>
<li><a href="http://fazendoacontecer.net/2009/05/22/lembrancas-que-o-google-nao-apagou-leisure-suit-larry/">[Lembranças que o Google não apagou] Leisure Suit Larry</a></li>
<li><a href="http://fazendoacontecer.net/2009/06/19/lembrancas-que-o-google-nao-apagou-conexao-discada-dial-up/">[Lembranças que o Google não apagou] Conexão discada dial-up</a></li>
<li><a href="http://fazendoacontecer.net/2009/05/13/como-tornar-o-gmail-sua-central-de-produtividade/">Como tornar o Gmail sua central de produtividade</a></li>
<li><a href="http://fazendoacontecer.net/2009/06/22/como-encontrar-alternativas-open-source-para-programas-comerciais/">Como encontrar alternativas open-source para programas comerciais</a></li>
</ol>
<p>Estou muito contente com o blog. O retorno recebido através dos comentários e emails pelo <a href="http://fazendoacontecer.net/contato/">formulário de contato</a> é extremamente positivo e gratificante. Eu tenho um trabalho em tempo integral e não é fácil manter um blog com publicações diárias com o tempo que resta. Todo este feedback me estimula bastante para continuar escrevendo.</p>
<p>Isso tudo me faz acreditar que estou no caminho certo. O <a href="http://FazendoAcontecer.net">FazendoAcontecer.net</a> está se firmando como uma boa fonte de informações para dicas de <strong>computação inteligente</strong>, <strong>lifehacking</strong>, <strong>produtividade</strong> e <strong>GTD</strong>.</p>
<p>Espero que vocês compartilhem desta mesma opinião. Me comprometo a fazer o melhor de mim para continuar assim. Por fim, peço que contribuam com seus pontos de vista, ideias, experiências pessoais e críticas.</p>
<p>Participe do <strong>FazendoAcontecer.net</strong>, pois este é o lugar de todos que querem fazer da computação uma ferramenta para alcançar a <strong>produtividade</strong> e <strong>melhoria contínua</strong>.</p>
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		<title>Google, Bing e a batalha das ferramentas de busca &#8211; uma análise</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 07:00:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Perrone</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
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		<category><![CDATA[altavista]]></category>
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		<description><![CDATA[O lançamento da nova ferramenta de busca da Microsoft, o Bing, reacendeu os noticiários e os blogs especializados sobre a disputa pelo mercado de buscas na internet. Esta guerra viu duas batalhas recentes. Uma foi o lançamento do site Cuil, em julho de 2008. A outra foi o Wolfram Alpha, que não é uma ferramenta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://fazendoacontecer.net/wp-content/uploads/2009/06/canhao-300.jpg" alt="canhao-300" title="canhao-300" width="300" height="400" class="alignleft size-full wp-image-1604" />O lançamento da nova ferramenta de busca da Microsoft, o <a href="http://fazendoacontecer.net/2009/06/05/passando-a-regua-na-sexta-bing-passa-yahoo-retorno-de-jobs/">Bing</a>, reacendeu os noticiários e os blogs especializados sobre a disputa pelo mercado de buscas na internet.</p>
<p>Esta guerra viu duas batalhas recentes. Uma foi o lançamento do site Cuil, em julho de 2008. A outra foi o Wolfram Alpha, que não é uma ferramenta de busca como conhecemos, mas também foi divulgada ao extremo.</p>
<p>Por fora dessa briga, correram boatos de que o Yahoo! seria vendido para a Microsoft, o que acabou não acontecendo. Este rumor voltou ao foco mais recentemente, mas perdeu seu sentido depois que o lançamento do Bing, que antes teve o codinome Kumo, foi anunciado pela gigante de Redmond.</p>
<p><span id="more-1598"></span></p>
<h3>O motivo do barulho</h3>
<p>A razão de tanta disputa neste mercado não poderia ser outra: dinheiro, muito dinheiro. Estima-se que a indústria de propagando online ultrapasse a marca de US$ 25 bilhões em 2009. Deste montante, entre <a href="http://www.clickz.com/3633673">US$ 13 bi</a> e <a href="http://searchengineland.com/sempo-report-cuts-search-ads-forecast-16848">US$ 14 bi</a> apenas em anúncios ligados às buscas na internet.</p>
<p>Este valor pode chegar a quase US$ 20 bi em 2011. Vale ressaltar, estas estimativas já consideram os efeitos da crise mundial, que reduziu, mas não inverteu, a taxa de crescimento do mercado.</p>
<p><img src="http://fazendoacontecer.net/wp-content/uploads/2009/06/xadrez-e-negocios-500.jpg" alt="xadrez-e-negocios-500" title="xadrez-e-negocios-500" width="500" height="246" class="aligncenter size-full wp-image-1605" /></p>
<p>Além das pesquisas representarem mais de 50% do mercado de propaganda, os produtos de cada empresa atuam em diferentes frentes e de forma complementar. Isto é particularmente evidente no caso do Google, com o AdSense e o AdWords. Como em um jogo de xadrez, há vários fatores em questão e o caso merece uma avaliação mais aprofundada.</p>
<h3>Fracassos</h3>
<h4>Cuil &#8211; não ofereça o que não é capaz de entregar</h4>
<p><img src="http://fazendoacontecer.net/wp-content/uploads/2009/06/cuil.png" alt="cuil" title="cuil" width="141" height="81" class="alignleft size-full wp-image-1606" />Em julho do ano passado, um grupo de ex-funcionários do Google resolveu criar um novo concorrente para a empresa. A ferramenta Cuil foi divulgada em todo site e blog, especializado ou não, em internet, jornais, televisão e mídias impressas. Todo mundo falava do novo &#8220;Google killer&#8221; (assassino do Google).</p>
<p>Chegada a data do lançamento, a página trazia &mdash; quando se conseguia acessá-la &mdash; resultados exdrúxulos para buscas relativamente simples. A maior lição que ficou do Cuil foi <a href="http://news.cnet.com/cuil-shows-us-how-not-to-launch-a-search-engine/?tag=bl">como não se deve lançar uma nova ferramenta de busca</a>.</p>
<p>A empresa alegou que a demanda foi além de suas expectativas e, depois de corrigidos os bugs, ninguém mais teve interesse para reavaliar seus recursos.</p>
<h4>Wolfram|Alpha</h4>
<p>O site, criado pelo mesmo desenvolvedor do software de inteligência computacional <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mathematica">Mathematica</a>, afirmava que revolucionaria a apresentação de informações de diversas áreas da ciência, política, história, sociologia, tecnologia e tudo o mais que o homem soubesse.</p>
<p>Segundo o site, seu objetivo é implementar cada modelo, algoritmo e método conhecido e tornar possível computar tudo que pode ser computado sobre qualquer coisa.</p>
<p>O projeto é ambicioso, mas ainda está longe de atingir seus objetivos de <a href="http://fazendoacontecer.net/2009/05/22/passando-a-regua-na-sexta-wolfram-alpha-concorrente-pro-google-pornografia-no-youtube/">forma completa</a>.  Apesar de não ser um fracasso por inteiro, ainda tem que mostrar pra quê veio.</p>
<h3>Mais um desafiante &#8211; Microsoft Bing</h3>
<p>O mais novo a disputar um pedaço desse lucrativo mercado é o Bing. A ferramenta, criada pela Microsoft para substituir o Live.com, também criou bastante burburinho antes de seu lançamento oficial. Antes do seu anúncio, os rumores eram de uma possível compra do Yahoo!, segunda no ranking mundial de motores de pesquisa.</p>
<p>A diferença é que, desta vez, finalmente o desafiante é uma empresa de peso. A Microsoft tem dinheiro em caixa de sobra para campanhas de divulgação, propagandas e desenvolvimento de uma estratégia de marketing pesado.</p>
<p>Apesar de ainda ser cedo para previsões realistas, um fato é que as críticas ao novo produto da Microsoft são, em sua maioria positivas. Ele traz uma grande quantidade de filtros e buscas personalizadas que não existiam até então. Chegou ao ponto de Steve Woz, co-fundador da Apple, dizer que já era seu <a href="http://macmagazine.uol.com.br/2009/05/28/steve-wozniak-ja-e-um-grande-fa-do-bing-mas-espera-que-ele-funcione-como-o-prometido/">fã</a>.</p>
<p>Com a ideia de associar seu nome a resultados relevantes para os usuários, trocou o rótulo de &#8220;ferramenta de busca&#8221; para &#8220;<a href="http://www.gizmodo.com.br/conteudo/bing-ganha-anuncio-na-tv-e-versao-mobile">ferramenta de decisão</a>&#8220;. Já na primeira semana após seu lançamento, a ferramenta roubou a segunda posição do Yahoo!, mostrando que está na briga para vencer.</p>
<h3>O que é necessário para derrubar o Google</h3>
<p>A pergunta que tem sido feita ultimamente, mas continua sem uma resposta definitiva, diz respeito aos fatores necessários para se vencer o Google. A própria companhia de Mountain View já passou pela situação agora encarada por seus concorrentes, quando surgiu no fim da <a href="http://fazendoacontecer.net/2009/06/05/lembrancas-que-o-google-nao-apagou-cade-altavista-e-yahoo/">década de 90</a> e o Yahoo! e Altavista eram verdadeiros reis do setor. Nada parecia capaz de derrubá-los.</p>
<p>Neste período, a propaganda na internet estava apenas engatinhando. Muitos dos padrões hoje consolidados foram instituídos pelo próprio Google. Vencer os líderes da época foi mais uma questão tecnológica, como a criação do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pagerank">PageRank</a>, do que resultado de um bom programa de marketing e divulgação.</p>
<p><img src="http://fazendoacontecer.net/wp-content/uploads/2009/06/google-plan.jpg" alt="google-plan" title="google-plan" width="500" height="333" class="aligncenter size-full wp-image-1607" /></p>
<p>Alguns fatores precisam ser levados em consideração para responder <a href="http://news.cnet.com/what-would-it-take-to-beat-google/?part=rss&#038;tag=feed&#038;subj=Webware">o que vai destituir o Google de seu confortável trono</a>:</p>
<p><strong>Padrão</strong> &#8211; Em inglês, é comum ouvir alguém falar &#8220;Google it&#8221; querendo se referir a &#8220;Procure por isso na internet&#8221;. O nome da empresa se tornou um verbo, assim como Gilette é sinônimo de lâmina de barbear. Isso, simplesmente, é difícil de tirar da cabeça dos usuários.</p>
<p><strong>Disseminação</strong> &#8211; A Microsoft coloca o Bing como padrão em todos os Internet Explorers, que já vêm instalados em todas as versões do Windows, o sistema operacional infinitamente mais usado no mundo. Apesar disso, o Google é padrão no Firefox, Opera, Safari, iPhones e Androids, softwares e gadgets que vêm conquistando muito espaço nos últimos anos e não mostram sinais de desaquecimento.</p>
<p><strong>Associação de busca e propaganda</strong> &#8211; O Google, além de dominar o mercado de buscas online, também possui líderes no mercado de anúncios, com o AdSense e o AdWords. O AdSense, sozinho, foi resposável por 1 bilhão de chamadas aos servidores de anúncios em 2008 e o AdWords também é um sucesso no negócio de divulgação de sites, gerando US$ 16.4 bi em 2008. Isso gera frutos para todos e, como seu resultado está associado às buscas, é interessante para os anunciantes que o Google continue dominando.</p>
<p>Hoje, a questão não está limitada ao âmbito tecnológico, mas envolve, além de tecnologia, muito marketing e a capacidade de atrair parceiros para os serviços de qualquer nova empresa.</p>
<h3>O Google não está parado</h3>
<p>Obviamente, o grande G não está de braços cruzados. Ele tem lançado novas propostas ao mercado e adicionado recursos a seus produtos já existentes.</p>
<p>Tem sido assim com sua ferramenta de <a href="http://googlediscovery.com/2009/05/13/google-searchology-2009-as-novidades-em-pesquisas/">busca padrão</a> e com <a href="http://googlediscovery.com/2009/05/13/google-anuncia-novo-experimento-google-squared/">produtos recentes</a>.</p>
<h3>O usuário quer produtividade</h3>
<p><img src="http://fazendoacontecer.net/wp-content/uploads/2009/06/velocidade.jpg" alt="velocidade" title="velocidade" width="500" height="375" class="aligncenter size-full wp-image-1609" /></p>
<p>Competição sempre é bom do ponto de vista do usuário. Muitas novas ideias, recursos e possibilidades só são exploradas a partir da disputa entre empresas. No mundo da internet isto ficou evidente com o surgimento de navegadores como o Firefox após o domínio quase total do Internet Explorer.</p>
<p>Por outro lado, essa mesma batalha pode deixar as soluções um pouco confusas. O Bing traz inúmeras opções para customizar a busca, seja de imagens, serviços ou preços. O Google também tem implementado recuros como o <a href="http://similar-images.googlelabs.com/">Google Similar Images</a> e opções de busca de imagens.</p>
<p>Até que ponto isto resolve o principal problema do usuário: encontrar resultados relevantes para o que procura. Deve haver um equilíbro entre as opções e a capacidade do motor de pesquisa de compreender o contexto da busca realizada. Grande parte da qualidade de uma ferramenta está associada à velocidade que BONS resultados são trazidos.</p>
<p>O Google sempre gostou de exibir o tempo que levou para fazer uma determinada pesquisa e, opções de pesquisa certamente não são a forma mais rápida para isso. Será que não se deveria trabalhar melhor os algoritmos?</p>
<p>O resultado disto tudo, só o tempo dirá. Ainda estamos no início da evolução de buscas na internet e na disseminação de propaganda online, em todas as suas formas: móvel, buscas, vídeos, blogs, conteúdo, etc. Sites extremamente famosos e visitados, como Youtube e Twitter, ainda não mostraram como podem ser monetizados e ambos ainda dão muito prejuízo a seus donos.</p>
<p>Teremos que aguardar um tempo para obter estas respostas. Espero que o resultado seja positivo para todos. O que as empresas do jogo precisam entender é que internautas querem resultados relevantes e rápidos, o que se traduz em maior <a href="http://fazendoacontecer.net/category/produtividade-e-gtd/">produtividade</a> na sua experiência com a internet e na vida, de forma geral.</p>
<p><em>Imagens de <a href="http://www.flickr.com/photos/niallkennedy/45491564/sizes/m/">niallkennedy</a>, <a href="http://www.flickr.com/photos/marinacvinhal/379111290/">marinacvinhal</a> e <a href="http://sxc.hu/">sxc.hu</a>.</em></p>
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