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Sites bloqueados viraram praxe nas empresas. É comum encontrar Orkut, Facebook, MSN, Google Talk (e outros messengers), GMail, Hotmail, tudo bloqueado. O Youtube então, nem se fala. É um dos sites mais bloqueados. Os novos Twitter e Facebook não ficam de fora. Para contornar esta situação, navegar usando proxy anônimo é a melhor solução — e o Tor Project veio para nos salvar.

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Feliz 2010!

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Feliz 2010!

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Máquina de escrever [Lembranças que o Google não apagou]

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“A máquina de escrever é um instrumento mecânico, electromecânico ou eletrônico com teclas que, quando premidas, causam a impressão de caracteres num documento, em geral de papel.” Apesar de superadas, as máquinas de escrever foram importantíssimas até a massificação do computador pessoal na década de 90. Por causa disso, serão nosso tema do Lembranças que o Google não apagou.

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A definição acima é da Wikipédia e descreve bem o que era uma máquina de escrever. No entanto, acredito que não seria exagero acrescentar que elas foram também precursoras dos computadores.

Claro que as funções das máquinas de escrever, mesmo as mais modernas, eram extremamente limitadas se comparadas a um computador — elas apenas imprimem texto em papel. Ainda assim, tiveram um papel importantíssimo, principalmente se considerarmos que foram criadas mais de 200 anos antes dos computadores.

Para quem conheceu e usou uma máquina de escrever, vale a pena relembrar. Para aqueles que só ouviram falar, esta é a oportunidade de saber um pouco mais dessas maravilhas da engenharia.
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Controle como o Firefox e Chrome abrem links

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Para os antigos usuários do Firefox e Chrome, os modificadores de cliques para controlar a abertura de links não são novidade. Porém, mesmo para quem sabe o básico Ctrl + clique, vale a pena refrescar a memória com as dicas do Google Chrome Blog (que também valem para o Firefox).

O FazendoAcontecer.net já mostrou dicas para ganhar tempo e produtividade no Firefox usando atalhos de teclado. Também já falamos sobre atalhos para selecionar textos em vários programas diferentes.

Agora, chegou a vez de falar sobre as várias formas para ganhar tempo ao navegar na internet com os modificadores de cliques. Com ele, é possível determinar como abas e janelas serão abertas ao clicar em links.
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11 erros comuns ao usar imagens em apresentações

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Não é fácil fazer boas apresentações. Exigem muita preparação, treinamento, ensaio e material de suporte (slides, vídeos, imagens) cuidadosamente montados. Um dos fatores críticos para sucesso de uma apresentação é o bom uso de imagens. Estas 11 dicas do Presentation Zen ajudam nesta etapa.

O Presentation Zen é um blog sobre design de apresentações profissionais. Ele é desenvolvido por Garr Reynolds, um antigo funcionário da Apple, especialista em design e marketing e atualmente professor de uma universidade particular no Japão.

Este é um campo — o das apresentações — que considero que ainda tenho muito a evoluir. Preciso melhorar tanto minha habilidade ao falar em público quanto a qualidade de minhas apresentações. Por isso tenho procurado estudar mais sobre o assunto e tenho acompanhado o Presentation Zen com este objetivo.

Garr publicou 11 maneiras ruins de se usar imagens em slides (11 ways to use images poorly slides). Como o conteúdo está em inglês, tomei a liberdade de reproduzi-lo em português aqui no FazendoAcontecer.net, assim como as imagens utilizadas como exemplo no artigo original.
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Quando usar (e não usar) gráficos de pizza e barra

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Gráficos de pizza (também chamados de gráfico circular ou gráfico de setores) são esteticamente bonitos. Em função disso, muitas vezes os usamos com o objetivo de deixar um relatório ou artigo com aparência mais elaborada. No entanto, costumam ser mal utilizados, pois na maioria dos casos os gráficos de barras ou colunas são mais efetivos em passar a informação.

Há uma certa rejeição aos gráficos de barras, principalmente entre pessoas que não são das áreas das ciências exatas. Prova disso é sua aplicação muito comum em jornais e revistas. Mesmo assim, engenheiros, programadores e afins também deixam o gráfico de barras de lado buscando uma apresentação visualmente mais agradável — não percebem que assim a mensagem do gráfico pode ser mal passada.

Por quê gráficos de pizza são ruins

De acordo com a lei da potência de Steven (Stevens’ power law), somos melhores em perceber comprimentos do que áreas. Essa lei determina potências para diferentes estímulos relacionando a magnitude do estímulo e a intensidade percebida. Segundo ele, nossa percepção visual de comprimentos possuem uma potência de 1, enquanto a de áreas têm 0,7.

Na prática, transportando esta lei para os gráficos, se temos um gráfico de pizza com pequenas diferenças entre as fatias, não conseguimos percebê-las muito bem. Desta forma, simplesmente, a informação não será captada. Se usarmos um gráfico de barras ou colunas para a mesma informação, seremos capazes de percerber as menores variações entre os valores.

Como exemplo, veja o gráfico abaixo, retirado da Wikipedia:

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Ele mostra 3 grupos de dados plotados em gráficos de pizza e gráficos de colunas. Se compararmos apenas os gráficos de pizza, fica difícil visualizar qual o maior, menor, segundo e terceiro valores. Já no gráfico de colunas isso fica ridiculamente fácil de ser feito.

Quando gráficos de pizza são bons

Isso não quer dizer que gráficos de pizza não servem para nada. Desde criança, já ouvia que nada é totalmente ruim, nem completamente bom. Se o objetivo for comparar uma das fatias em relação ao restante da pizza e esta relação está na proporção de 25% ou 50%, aí os gráficos de pizza são bem vindos.

Além dessa regra, algumas dicas que podem deixar seus gráficos de pizza mais efetivos são: não use mais de seis fatias num mesmo gráfico; e use cores contrastantes para as fatias.

Quais são suas dicas para fazer com que seus gráficos passem a mensagem?

How pie charts fail? [via Lifehacker]

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